» Alimentos funcionais
10.01.12
Os alimentos desidratados resultam de uma técnica milenar de conservação utilizada por muitos povos antigos para atravessar tempos secos ou invernos rigorosos. A secagem dos alimentos é realizada inicialmente com o aumento da temperatura do produto, o que leva a evaporação da água contida em sua composição. Quando isso ocorre, a umidade evaporada é removida por meio da circulação do ar, deixando os alimentos aptos para consumo durante longos períodos.
Vantagem dos alimentos desidratados
- Grande redução de peso e volume;
- Facilidade de transporte e armazenamento, pois não necessitam de refrigeração;
- Alto poder de concentração de vários micronutrientes;
- Aproveitamento de partes (cascas, talos, etc) dos alimentos que concentram mais micronutrientes, como ferro, cálcio e potássio;
- A pectina – uma fibra encontrada nas frutas, nos vegetais e nas leguminosas – é preservada na desidratação e é uma importante aliada na dieta, pois em contato com o organismo transforma-se em um gel que dificulta a absorção de carboidratos e, consequentemente, de açúcares;
- Algumas pitadas nas refeições diárias garantem o dobro da quantidade nutricional de um legume fresco ou cozido;
- Permite dieta equilibrada com consumo de alimentos durante o ano todo;
- Grande versatilidade gourmet. Saiba mais »
10.05.11
História e descrição
A Linhaça (Linum usitatissimum) é uma das mais antigas plantas cultivadas, e que cresce ao redor do mundo em muitas variedades e formas cultivadas por sua fibra e óleo. Os principais componentes do Óleo de Linhaça são os ácidos graxos da família Ômega-3, e também os da família Ômega-6, com seus respectivos precursores e derivados, além das lignanas e mucilagem.
Os relatos mais antigos com relação a semente da linhaça são datados de 5000 anos antes de Cristo, na Mesopotâmia. Foram até encontrados desenhos da semente em tumbas faraônicas, o que comprovam o uso desta herbácea desde a antiguidade. Obviamente tais provas não nos mostram exatamente como a linhaça era utilizada no passado, mas comprovam que a semente de linhaça já era conhecida e tinha alguma aplicação na vida das pessoas.

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12.09.10
Poliana Teixeira[1]
A atividade da viticultura sempre foi carregada de simbologia na tradição ocidental. Para judeus e cristãos, a videira representa o povo (de quem Deus cuida, assim como o homem cuida da videira), e as uvas simbolizam as promessas de Deus. Nos tempos do Antigo Testamento, uvas e vinho eram levados ao altar na celebração das colheitas, e o vinho (suco fermentado da uva) era parte integrante das ofertas de sacrifício no templo. Na Bíblia o vinho é símbolo de alegria e de plenitude de dádivas de Deus, sendo inclusive indicado “para alegrar a vida”.
No Novo Testamento, o vinho adquiriu significado especial para a celebração e fé cristãs, nas parábolas de Jesus e nos textos de instituição da Santa Ceia. No Evangelho de Lucas, encontramos a mistura de óleo e vinho com função curativa.
A uva (Vitis vinifera, L.), ao lado do pão, é considerada um dos símbolos da alimentação humana. Já existiam representações egípcias da colheita da uva e do fabrico do vinho em 3.500 a.C. A videira atingiu grande importância na cultura greco-romana, que a difundiu por toda a região da Ásia Menor e Europa. Na Idade Média surgiram na Europa importantes centros vinícolas, vários destes ligados a mosteiros, que deram suas contribuições para o melhoramento das técnicas de cultivo da uva e produção de vinho. A viticultura foi posteriormente levada por imigrantes europeus para a América e demais continentes. Saiba mais »
24.11.09
É inútil forçar os ritmos da vida.
A arte de viver consiste em aprender a dar o devido tempo às coisas.
Carlo Petrini
O movimento Slow Food
Comer é fundamental para viver. A forma como nos alimentamos tem profunda influência no que nos rodeia – na paisagem, na biodiversidade da terra e nas suas tradições. Para um verdadeiro gastrônomo é impossível ignorar as fortes relações entre prato e planeta. Além disso, melhorar a qualidade da nossa alimentação e arranjar tempo para a saborear, é uma forma simples de tornar o nosso cotidiano mais prazeroso. Esta é a filosofia do Slow Food.
Fundado por Carlo Petrini em 1986, o Slow Food se tornou uma associação internacional sem fins lucrativos em 1989. Atualmente conta com mais de 80.000 membros e tem escritórios na Itália, Alemanha, Suíça, Estados Unidos, França, Japão e Reino Unido, e apoiadores em 122 países.
O princípio básico do movimento é o direito ao prazer da alimentação, utilizando produtos artesanais de qualidade especial, produzidos de forma que respeite tanto o meio ambiente quanto as pessoas responsáveis pela produção, os produtores. Assim se reúnem pessoas apaixonadas por gastronomia, comunidades de pequenos produtores de alimento, pesquisadores e chefs gourmets. São também realizadas diversas ações para preservação da biodiversidade e para promover o consumo consciente e o comércio justo. Desta forma o movimento celebra o prazer de se alimentar, valoriza os modos tradicionais de se preparar os alimentos e brinda a variedade e a qualidade da comida. Saiba mais »
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