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14.06.10
Rodolfo Schleier[1]
Silberto Azevedo[2]
Na medicina antroposófica, a imunidade é característica da organização do Eu, que molda a nossa constituição física individual. É essa organização a responsável pela consciência individual e pelas três faculdades exclusivas do ser humano, que são o andar ereto, o falar e o pensar. Em um nível mais físico, esta organização do Eu também é responsável pela capacidade de diferenciarem tecidos e substâncias “próprias” das “estranhas”. E a sua ação no organismo humano é mediada principalmente pelo sangue e pelo calor. É por isso que as reações inflamatórias e febris apresentam aumento da irrigação sanguínea acompanhada de aumento na temperatura.
Esse “organismo calórico” não é estático. Ele está sujeito a variações, conforme a constituição física, temperamento, estado de saúde do indivíduo; assim como às variações do ambiente: temperatura, umidade, microrganismos, etc. Algumas pessoas toleram melhor as baixas temperaturas; enquanto outras são mais sensíveis às variações externas e usam roupas quentes mesmo debaixo de sol. Um caso bem conhecido é o de Win Hof, o “Homem Gelo”, um holandês que é capaz de andar sobre a neve e até mesmo nadar em águas geladas sem sentir frio. Os especialistas acreditam que seu cérebro possua alguma capacidade incomum de regular a temperatura, gerando calor e aquecendo seu corpo. Saiba mais »
4.05.10
Rodolfo Schleier[1]
Silberto Azevedo[2]
Com a chegada do frio, aumentam os casos de rinite, sinusite e demais doenças respiratórias. O tratamento de escolha para estas doenças consiste geralmente de descongestionantes – que podem conter em sua formulação derivados da cortisona.
No entanto, o uso indiscriminado de descongestionantes nasais, especialmente corticóides, tem suas desvantagens. Corticóides são substâncias semelhantes ao cortisol, hormônio produzido pelas glândulas adrenais (as mesmas que produzem a famosa adrenalina). Ele é secretado em situações de estresse, para aumentar a pressão arterial, elevar a glicemia, diminuir a dor e assim facilitar num processo de fuga. Por seu efeito antinflamatório, eles são largamente utilizados na prática clínica desde a década de 1950.
Seus efeitos colaterais são bem conhecidos, dentre eles a Síndrome de Cushing, um desequilíbrio hormonal que leva a aumento de peso, depósito de gordura na face, no tronco e pescoço, além de afilamento dos braços e pernas, diminuição da musculatura e fraqueza. Há diversos relatos na literatura de pessoas que desenvolveram esta doença pelo uso abusivo de descongestionantes nasais e pomadas à base de corticóides. Saiba mais »
27.04.10
Histórico e curiosidades
O gênero Cordia L. foi descrito por Linnaeus em 1753 e pertence a família Boraginaceae, a qual conta com cerca de 100 gêneros e 2.000 espécies difundidas nos trópicos, nas regiões temperadas e árticas. O gênero Cordia L. é representado por 26 espécies somente no Estado de São Paulo, e têm sido usada na medicina popular, principalmente no tratamento de úlceras gástricas, como anti-inflamatórias, como diurética e no tratamento de obesidade.
No Brasil, esta espécie vegetal ocorre desde Minas Gerais até o Rio Grande do Sul, sendo encontrada ainda em Brasília e no Acre.
Sua utilização como planta medicinal é antiga, principalmente na forma de chá, como diurético, estimuladora da circulação, cardiotônico e redutora do inchaço e do apetite (tratamento da obesidade), além de auxiliar na diminuição dos níveis de colesterol total (CT) e triglicerídeos (TG), prevenindo a deposição de gorduras nas artérias.
Além das ações acima citadas, estudos demonstraram também sua atividade antiviral contra Herpes simplex tipo 1 e antibacteriana contra Helicobacter pylori. Saiba mais »
13.04.10
[1]
Rodolfo Schleier[2]
1. Fabricação de medicamentos
Os medicamentos antroposóficos são de origem natural, ou seja, suas matérias primas e materiais de partida são obtidos na natureza em primeiro lugar. São utilizados minerais, cristais, metais, ou plantas, incluindo suas partes, e órgãos animais ou seus produtos.
Esta escolha parte do princípio de que a evolução humana apresenta uma estreita relação com o desenvolvimento dos reinos da natureza. O que a natureza produziu (e ainda hoje produz) em matéria de formas e substâncias, tudo o que existe no âmbito de fora da organização humana, era ligado a esta em tempos passados.
Durante o seu desenvolvimento, a espécie humana adquiriu um maior grau de independência em relação à natureza. Tornou-se repleto de possibilidades, sem se especializar em uma só função, como ocorre com os animais. Aprendeu a dominar os processos naturais e a usá-los em seu favor. Ao longo do tempo, adquiriu liberdade individual e flexibilidade. Mas por outro lado, essa independência também trouxe a possibilidade de errar e de adoecer. Saiba mais »
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