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16.03.10
Rodolfo Schleier[1]
Por que sentimos ansiedade?
A ansiedade em si não é de todo ruim. Ela é positiva para o desenvolvimento do ser humano, pois nos dá motivação para realizar nossos objetivos. Sem ansiedade, seríamos todos acomodados, e a humanidade não teria atingido o grau de evolução atual.
Também sentimos ansiedade por bons motivos, e isso é absolutamente saudável. Pode ser um novo emprego, uma mudança de cidade ou até de país, aquela reunião que pode mudar o rumo da empresa… Pode ser a preparação para uma festa ou evento, cuidando para que tudo dê certo. Pode ser a volta à cidade natal, depois de uma longa ausência; ou um encontro especial. E no esporte, quem não curte aquela decisão nos momentos finais? Sem esse gostinho de expectativa, de “será que vai dar certo”, a nossa vida não teria graça.
O problema está na desarmonia. Tanto a ansiedade em excesso como a falta dela trazem graves prejuízos à saúde. Ansiedade demais causa gastrite, dor de cabeça, tontura, irritação por motivos banais – todo mundo sente na prática. Quem não demonstra ansiedade, por outro lado, está sempre de cabeça baixa, sem interesse pela vida e pelos outros. Reprimir os sentimentos é ainda pior, pois a pessoa que manifesta ansiedade pelo menos não sofre sozinha e tende a dividir suas angústias. Saiba mais »
9.03.10
A utilização de produtos naturais como recurso terapêutico é tão antiga quanto a civilização humana, e por muito tempo, produtos minerais, vegetais e animais constituíram o arsenal terapêutico. Os dados mais antigos podem ser rastreados até 2500 aC, com a Medicina Tradicional Chinesa, passando por práticas organizadas de medicina pelos povos Egípcios e posteriormente pelos primeiros médicos gregos. Já na era da razão, inaugurada por Hipócrates, iniciou-se a desmistificação de que as doenças e sua cura eram coisas dos Deuses. Assim, o pensamento passou a ser de que tudo se tratava de fenômenos naturais, passíveis de serem observados e estudados até poderem ser associados a uma cura.
Com a chegada da Revolução Industrial e o desenvolvimento da química orgânica, os produtos sintéticos começaram a se destacar no tratamento farmacológico, principalmente devido a maior facilidade de obtenção de compostos mais puros e, portanto mais ativos e seguros. Mas nem assim, os produtos naturais perderam seu lugar na terapêutica e continuavam com utilização de crescente entre as populações. Saiba mais »
10.02.10
A revista Arte Médica Ampliada é o veículo científico da Associação Brasileira de Medicina Antroposófica, editada desde 1980.
Trata-se de uma publicação trimestral que se destina à divulgação de trabalhos científicos originais, revisões, traduções e artigos sobre a prática clínica baseados na Medicina Antroposófica.
Esta é, portanto uma boa opção de publicação e leitura científica.
Instruções para envio de artigos:
Os artigos devem ser redigidos em português, com resumo em português e/ou em inglês, e enviados por e-mail para revista@abmanacional.com.br, com letra Arial ou Times New Roman tamanho 11, em Word (Windows). As imagens devem ser encaminhadas separadamente para o mesmo e-mail, sempre que possível em arquivos de alta resolução de imagens.
A avaliação do trabalho é feita pelo Conselho Editorial de forma imparcial, geralmente paritária e incógnita, omitindo-se aos examinadores os nomes dos autores. A decisão sobre a aceitação é tomada pelo Conselho Editorial.
Os manuscritos que envolvam ensaios clínicos deverão vir acompanhados de autorização de comissão de ética em pesquisa para realização dos experimentos em seres humanos ou em animais, de acordo com as recomendações da Declaração de Helsinque (1964 e suas versões de 1975, 1983 e 1989), das Normas Internacionais de Proteção aos Animais e da Resolução nº196/96 do Conselho Nacional de Saúde sobre pesquisa envolvendo seres humanos. Saiba mais »
29.06.09
A obesidade é um dos principais problemas de saúde da atualidade. De acordo com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), calcula-se que cerca de 25 % da população mundial é obesa. No Brasil, o Ministério da saúde (2006) aponta que cerca de 40 % da população está acima do peso e 10 % é considerada obesa.
Atualmente a obesidade tornou-se um sério problema de Saúde Pública no mundo, superando até mesmo a desnutrição e as doenças infecciosas. O que se relaciona ao crescimento do número de obesos nas últimas décadas são as mudanças radicais nos hábitos alimentares que passou de uma alimentação mais natural, para o consumo de alimentos super industrializados, refinados, tais como o arroz, a farinha de trigo, o açúcar, o sal, etc. E nos últimos 30 anos, acrescentou-se a isto os chamados fast food e junto com eles todo tipo de refrigerantes, sanduíches, etc.
Com a mudança dos padrões alimentares, mudaram também os padrões de gasto de energia. O estilo de vida sedentário e as dietas baseadas em alto índice de gordura e elevada densidade energética são apontados como as principais causas do aumento da obesidade, sobretudo se o obeso apresenta alguma predisposição genética ou tendências para engordar rapidamente quando exposto a fatores ambientais desfavoráveis. Saiba mais »
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