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29.08.10

CARALLUMA FIMBRIATA – SUPRESSOR NATURAL DO APETITE

por Editor

Poliana Teixeira[1]

A obesidade é um grave problema de saúde mundial e um fator de risco para várias doenças crônicas como diabetes, hiperlipidemia, hipertensão e doenças cardiovasculares.

Dados de pesquisa do IBGE (2008-2009) em conjunto com o Ministério da Saúde, demonstram que o peso dos brasileiros vem aumentando nos últimos anos. Em 2009, uma em cada três crianças de 5 a 9 anos estava acima do peso recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

Em 2008-09 o excesso de peso, por sua vez, atingiu cerca de metade dos homens e das mulheres, excedendo em 28 vezes a frequência do déficit de peso no caso masculino e em 13 vezes no feminino. Eram obesos 12,5% dos homens (1/4 dos casos de excesso) e 16,9% das mulheres (1/3). Ambas as condições aumentavam de frequência até a faixa de 45 a 54 anos, no caso dos homens; e de 55 a 64 anos, entre as mulheres, para depois declinarem.

O excesso de peso e a obesidade atingiam duas a três vezes mais os homens de maior renda, além de se destacarem nas regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste e nos domicílios urbanos. Nas mulheres, as duas condições se destacaram no Sul do país e nas classes intermediárias de renda. Saiba mais »

23.08.10

Óleo de Rosa mosqueta no tratamento das cicatrizes, estrias e envelhecimento da pele

por Silberto Azevedo

Nome Botânico:

Rosa aff. Rubiginosa.

Sinonímia:

Rosa selvagem, rosa silvestre, rosa canina, rosa primitiva, hunds rose (alemão), rosa canina (espanhol), églantine (francês), wild rose (inglês), rosa selvatica (italiano), rosae (latim).

Família:

Rosaceae.

Parte utilizada:

Fruto, casca e sementes.

Histórico e curiosidades:

É das sementes da Rosa Mosqueta, planta silvestre dos Andes Chilenos, que é extraído seu óleo.

Em um estudo morfológico do efeito da sulfadiazina de prata, extrato de ipê-roxo e extrato de barbatimão na cicatrização de feridas cutâneas, Coelho et all, 2010, evidenciou em análise histológica a proliferação vascular, neutrófilos, linfócitos, fibroblastos, fibras colágenas e epitelização. Os achados macroscópicos mostraram epitelização completa aos 14 dias em todos os animais dos grupos S (Sulfadiazina), IR (Ipê roxo) e B (Barbatimão). Na análise histológica aos 14 dias, apenas o grupo C (Controle – tratado apenas com soro fisiológico) ainda apresentava epitelização incompleta em seis animais; neste mesmo período houve diferença estatisticamente significativa entre o grupo controle e os demais grupos quanto ao processo inflamatório e neovascularização. Em relação à presença de fibroblastos e colágeno, houve diferença estatisticamente significativa entre o grupo controle e os demais grupos aos 30 dias. Desta forma a análise dos resultados morfológicos permitiu ao pesquisadores concluir que o grupo S, IR e B foram favorecidos no processo de cicatrização das feridas cutâneas, quando comparados com o controle (C). Esta pesquisa demonstra que de forma mais natural é possível melhorar o processo de cicatrização. Saiba mais »

22.06.10

CARDUUS MARIANUS (CARDO MARIANO) OU SILIMARINA – PROTETOR HEPÁTICO E ANTIOXIDANTE

por Silberto Azevedo

História e Distribuição:

O cardo mariano é originário da área mediterrâneo (Sul da Europa, Norte da África), sendo introduzido posteriormente na América do Norte (costa oeste), América do Sul e em vários outros locais.

A planta é comestível e os frutos secos são para uso medicinal.

O nome veio de Dioscórides e acreditava-se que a virgem Maria amamentava Jesus sob uma árvore de Cardo, daí as manchas brancas nas folhas. Além disso, era indicada para a lactação e por Dioscórides como emética.

Possui receptáculo floral comestível como a alcachofra e por ser hepatoprotetor sua cultura se disseminou pelo mundo, nos séculos XVI e XVII.

Silimarina ou Cardo Mariano

Ações terapêuticas

Hepatoprotetor e antioxidante.

Propriedades

A silimarina é o nome genérico de um grupo de compostos naturais (silibina, silidianina e silicristina) extraída do fruto da planta medicinal Carduus marianus, reconhecida por sua atividade anti-hepatotóxica. Saiba mais »

27.04.10

Pholia Magra – Cordia ecalyculata Vell – Uma planta energizante e supressora do apetite

por Silberto Azevedo

Histórico e curiosidades

O gênero Cordia L. foi descrito por Linnaeus em 1753 e pertence a família Boraginaceae, a qual conta com cerca de 100 gêneros e 2.000 espécies difundidas nos trópicos, nas regiões temperadas e árticas. O gênero Cordia L. é representado por 26 espécies somente no Estado de São Paulo, e têm sido usada na medicina popular, principalmente no tratamento de úlceras gástricas, como anti-inflamatórias, como diurética e no tratamento de obesidade.

No Brasil, esta espécie vegetal ocorre desde Minas Gerais até o Rio Grande do Sul, sendo encontrada ainda em Brasília e no Acre.

Sua utilização como planta medicinal é antiga, principalmente na forma de chá, como diurético, estimuladora da circulação, cardiotônico e redutora do inchaço e do apetite (tratamento da obesidade), além de auxiliar na diminuição dos níveis de colesterol total (CT) e triglicerídeos (TG), prevenindo a deposição de gorduras nas artérias.

Além das ações acima citadas, estudos demonstraram também sua atividade antiviral contra Herpes simplex tipo 1 e antibacteriana contra Helicobacter pylori. Saiba mais »

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