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5.10.09
Nome Botânico:
Maytenus ilicifolia Mart., Maytenus aquifolium Mart..
Sinonímia:
Cancerosa, coromilho-do-campo, espinho-de-deus, sombra-de-touro
Família:
Celastraceae
Parte utilizada:
Folha
Histórico e curiosidades:
A espinheira-santa tornou-se conhecida no mundo médico em 1922 quando o professor Aluízio Franca, da Faculdade de Medicina do Paraná, relatou o sucesso obtido com ela no tratamento da úlcera.
Mas, muito antes disso, a planta já era famosa na medicina popular por suas propriedades curativas, e não só no combate aos males do aparelho digestivo. Para se ter uma idéia, era utilizada como remédio antitumor entre os índios brasileiros. No Paraguai, a população rural a empregava como contraceptivo, e na Argentina, como antiasmático e anti-séptica. Saiba mais »
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1.09.09
Nome Botânico:
Echinacea angustifolia, Echinacea purpurea
Sinonímia:
Equinácea, Equinacéia
Família:
Asteraceae
Parte utilizada:
Raiz e semente
Histórico e curiosidades:
É uma planta originária dos Estados Unidos, utilizada há vários séculos pelos índios nativos desse país. Já em 1907 a Equinácea era a mais popular erva na prática médica americana, utilizada pelos índios Sioux como antiinflamatório. É um dos fitoterápicos mais conhecidos e utilizados na Europa e Estados Unidos. Saiba mais »
24.08.09
Nome Botânico:
Echinodorus macrophyllus (kunth. ) Mich.
Sinonímia:
Chá de campanha, chá mineiro, erva do brejo, erva do pântano, erva de bugre
Família: Alismataceae
Parte utilizada:
Folha
Histórico e curiosidades:
Por se tratar de uma planta aquática, é muito utilizada como ornamento em aquários e lagos artificiais. O chapéu de couro cresce espontaneamente em várias regiões do Brasil. No interior do país é uma planta muito apreciada pela medicina popular, que lhe atribui inúmeros poderes terapêuticos. Saiba mais »
10.08.09
Nome Botânico:
Centella asiatica L.
Sinonímia:
Cairassu, coayrassú, codagem, pata-de-cavalo, pé-de-cavalo, pata-de-burro, pata-de-mula, cetelha asiática.
Família:
Umbelliferae
Parte utilizada:
Parte aérea.
Histórico e curiosidades:
A utilização da Centella se dá há mais de 3.000 anos pelos habitantes da Índia, África e das ilhas do Oceano Índico no tratamento de lesões cutâneas. A composição quimica da Centella foi descoberta em 1941, pelo bioquímico francês, Jules Lépine. Foi descoberta a presença de um alcaloíde que pode rejuvenescer o cerébro, os nervos e as glândulas endócrinas. Conhecida pelos chineses como fo-ti-tieng, é similar ao Ginseng e constitui um dos raros estimulantes sem efeitos cumulativos prejudiciais.
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