» Homeopatia
9.03.09
Nome Botânico:
Arnica montana L.
Sinonímia:
Arnica, arnica-brasileira, arnica-da-horta, arnica-de-terreiro, arnica-do-brasil, arnica-silvestre, erva-federal, erva-lancete, espiga-de-ouro, federal, flecha, lenceta, macela-miuda, rabo-de-foguete, rabo-de-rojão, sapé-macho.
Família:
Asteraceae
Parte utilizada:
Flor e rizoma.
Histórico e curiosidades:
A origem do nome arnica é bastante obscura, possivelmente uma deformação da palavra grega ptarmikos, que significa que faz espirrar. Desconhecida na antiguidade, a planta foi descrita e desenhada somente no século XVI pelo médico botânico italiano Mattioli. Esta planta é muito utilizada nas preparações homeopáticas e fitoterápicas nas áreas da medicina (acupuntura, antroposofia, cirurgia plástica, homeopatia, oftalmologia, ortopedia, etc), odontologia, veterinária, fisioterapia, dentre outras áreas. Saiba mais »
31.01.09
Juliana Alvarenga Freitas*
A analogia pode ser pensada como transposição, deslocamento de relações de um campo específico do conhecimento para outro. A partir da noção de apolíneo e dionisíaco em Nietzsche, pode-se afirmar que linguagem é a representação simbólica e necessária do conhecimento. Apolo e Dionísio representam impulsos artísticos opostos e interdependentes e apenas da tensão entre eles nasceria a arte. Apolo traz a medida na qual a beleza se torna proteção contra o sofrimento inerente à vida. O impulso de Dionísio revela um estado de embriaguez em que o indivíduo está fundido com o outro e com a natureza, o que lhe permite acesso direto ao conhecimento sem a ilusão da representação, da linguagem. Nele o artista se torna a obra de arte, sem o véu de maia1, a máscara necessária para lidar com o terrível da existência e do conhecimento. Apolo, como “uma ilusão magnífica” (NIETZSCHE, 2005, p. 141), materializa a experiência dionisíaca do profundo, faz aparecer com nitidez a obra de arte. No momento em que o sujeito se aparta do objeto, a linguagem é gerada através de uma elaboração racional do observador, até então dissolvido na embriaguez da experiência intuitiva.
O corpo humano é também criador de linguagens ao manifestar alterações funcionais características das doenças e surge como espaço onde o conhecimento se dá, por onde passarão os impulsos instintivos de Dionísio: “O saber não é mais suficiente como tal, ele é acompanhado de uma intuição orgânica.” (BERGER, 2003, p. 43). Este saber com o corpo é a essência da homeopatia, Saiba mais »
8.09.08
Dr. Nilo Gardin*
Aos 24 anos de idade, Beethoven começou a ficar surdo. Aos 46 anos, não ouvia mais, mesmo assim ainda compôs cerca de 44 obras musicais. Para muitos, sua obra-prima foi Sinfonia nº 9 em Ré Menor Opus 125. Ele estava totalmente surdo quando compôs essa sinfonia.
Antônio Francisco Lisboa esculpiu os doze profetas e diversas outras obras ímpares do barroco brasileiro, já seriamente acometido por uma doença que lhe tirava os movimentos do corpo e que lhe deu o apelido de Aleijadinho. Saiba mais »
26.08.08
“Os sofrimentos humanos têm facetas múltiplas: nunca se encontra outra dor do mesmo tom”.
Ésquilo
A sua Vó fazia um extrato em álcool (tintura) com Arnica? Aquela garrafa tampada com uma rolha de sabugo de milho guardada no armário da dispensa. As minhas faziam e usavam este “preparado” em todos os netos, e olhe que eram muitos.
A Arnica é um medicamento feito a partir da Arnica montana, planta medicinal usada a muito tempo, especialmente em Ortopedia, Reumatologia e Neurologia. Saiba mais »
« Página anterior
Próxima Página »