Lemnis » Antroposofia, Homeopatia e Farmácia de Manipulação

14.06.10

Gripes e resfriados na visão antroposófica

por

Rodolfo Schleier[1]

Silberto Azevedo[2]

Na medicina antroposófica, a imunidade é característica da organização do Eu, que molda a nossa constituição física individual. É essa organização a responsável pela consciência individual e pelas três faculdades exclusivas do ser humano, que são o andar ereto, o falar e o pensar. Em um nível mais físico, esta organização do Eu também é responsável pela capacidade de diferenciarem tecidos e substâncias “próprias” das “estranhas”. E a sua ação no organismo humano é mediada principalmente pelo sangue e pelo calor. É por isso que as reações inflamatórias e febris apresentam aumento da irrigação sanguínea acompanhada de aumento na temperatura.

Esse “organismo calórico” não é estático. Ele está sujeito a variações, conforme a constituição física, temperamento, estado de saúde do indivíduo; assim como às variações do ambiente: temperatura, umidade, microrganismos, etc. Algumas pessoas toleram melhor as baixas temperaturas; enquanto outras são mais sensíveis às variações externas e usam roupas quentes mesmo debaixo de sol. Um caso bem conhecido é o de Win Hof, o “Homem Gelo”, um holandês que é capaz de andar sobre a neve e até mesmo nadar em águas geladas sem sentir frio. Os especialistas acreditam que seu cérebro possua alguma capacidade incomum de regular a temperatura, gerando calor e aquecendo seu corpo.

Essa independência do meio externo em relação ao calor possibilitou ao homem se adaptar aos locais mais remotos da Terra, com suas temperaturas extremas – desde os 40 ºC negativos da Sibéria e Alasca até os 50 ºC nos desertos da África. É certo que ele também desenvolveu ferramentas e roupas adequadas para se adaptar ao frio ou calor, descobriu o fogo, a agricultura, etc; Mas de certa forma, todas essa criação foi resultado da mesma organização do Eu, que além do calor e da imunidade concede ao homem a capacidade de observar o mundo, tirar suas próprias conclusões e pensar objetivamente.

Portanto, durante o outono, o nosso corpo se adapta à estação fria e a imunidade pode ser estimulada ou reprimida. Mas de que forma?

A medicina antroposófica, assim como a homeopatia e as demais medicinas vitalistas [3] (chinesa, ayurveda, etc.), investe no fortalecimento das defesas próprias do organismo.

O medicamento antroposófico reorienta o organismo a desenvolver seu “exército”. Não é por acaso que um dos medicamentos mais usados nesta linha terapêutica é justamente o ferro – o mesmo metal que se utiliza para fabricar armas e ferramentas. Não o ferro material, possível de ser visto e analisado em laboratório; mas o ferro dinamizado, em sua forma mais sutil.

O processo de calor também tem relação com a vontade, com o impulso metabólico. É possível estimulá-lo, através de medicamentos, atividade física e alimentos adequados a cada tipo humano. [4]

Por outro lado, pacientes e médicos, de uma forma geral encaram a febre como doença em si própria, que deve ser combatida a todo custo principalmente com medicamentos antitérmicos (Wannmacher e Ferreira, 2004). Em resposta ao abuso desses produtos, a Organização Mundial de Saúde preconiza o uso de medidas não-farmacológicas, como banhos e compressas mornas. Há evidências na literatura de que essas estratégias são equivalentes em eficácia e segurança ao tratamento convencional, e com vantagens adicionais como o baixo custo. [5]

Outro fator responsável pelo uso excessivo de antitérmicos é o “medo da convulsão” ou “fobia da febre”. No entanto, estudos mais recentes têm mostrado que a convulsão não depende da febre alta, podendo ocorrer mesmo em temperaturas próximas de 37º C. Com raras exceções, a febre é somente um sintoma, tendo inclusive papel de defesa e de resistência a infecções, e só precisaria ser controlada quando compromete o estado geral do paciente. Antitérmicos e antipiréticos não previnem aparecimento de convulsões ou sua recorrência (Wannmacher e Ferreira, 2004).

“Dê-me a força, para gerar a febre, e eu curarei toda doença“, escreveu há mais de dois mil anos o pensador grego Parmênides. Essa frase reflete um conhecimento antigo, de que o elemento calórico está associado à imunidade.

Metais e plantas utilizados no tratamento de gripe e resfriados

Além do ferro a medicina antroposófica faz uso de outros metais. Um deles, o mercúrio, ligado à fluidez e à comunicação, que dinamizado é indicado para doenças do sistema respiratório. Outro exemplo, a prata (Argentum), tem relação com os líquidos vitais enquanto que o enxofre (Sulfur) é por si um mineral dissolvente, por isso sua indicação nas inflamações.

Há outros elementos de origem natural, preparados pelo processo da dinamização, que podem auxiliar o organismo a enfrentar a “influência do frio”. São substâncias já empregadas na homeopatia há mais de 200 anos, e que ganharam novas possibilidades terapêuticas através do trabalho conjunto de médicos e farmacêuticos na fundação da Weleda na década de 1920. Entre eles está o fósforo (cujo nome significa em grego “carreador da luz”). É característica dessa substância trazer qualidades de luz e calor e torná-las disponíveis para a organização do Eu em suas tarefas no organismo humano, em diferentes regiões do nosso corpo.

Algumas plantas também são utilizadas nos medicamentos antroposóficos com a finalidade de prevenir ou tratar o processo gripal e os distúrbios associados, tais como: tosse, expectoração, coriza, inflamação, dor, infecção, congestão nasal, sinusite, febre, etc.

Para citarmos como exemplo, o Infludo Weleda tem em sua formulação, além do fósforo (Phosphorus D3), a presença de quatro plantas, a saber:

Acônito D3 (Aconitum napellus) que possui alcalóides que atuam diretamente no sistema nervoso, aliviando os calafrios;

Briônia D3 (Bryonia alba) que acumula líquidos em suas raízes, e não nos frutos como ocorre nas demais plantas da mesma família (melancia, abóbora, chuchu). A forte relação com a organização líquida, típica das Cucurbitáceas, faz com que ela atue sobre a secreção nasal;

Eupatório D3 (Eupatorium perfoliatum) que é uma planta norte-americana já usada há séculos pelos índios, e conhecida em vários idiomas como “cura-ossos”, por aliviar dores musculares generalizadas nas doenças virais (incluindo gripe e dengue).

Eucalipto D3 (já citado num artigo sobre sinusites neste mesmo site) tem função secativa e analgésica, aliviando as dores que acompanham as doenças respiratórias.

Outro bom exemplo também de utilização de metais e plantas é o Previgrip (Weleda) que contém:

Prunus D1 (Prunus spinosa), uma espécie de ameixa silvestre comum na Europa, onde é usada como fortificante e na preparação de licores;

Ferrum sidereum D10 (ferro meteórico, de origem cósmica) que confere disposição e aumenta a imunidade;

Phosphorus D5 que presente tanto no Infludo como no Previgrip, traz suas forças de luz e calor para o organismo;

Por sua vez, o Weletuss (Weleda), conta com o metal cobre (Cuprum aceticum D4) e a Briônia D3, além de outras duas plantas:

Drosera D2 (Drosera rotundifolia), uma planta carnívora presente em todos os continentes, e utilizada na medicina popular e na homeopatia para tosse seca e doenças respiratórias em geral;

Ipeca D3 (Cephaelis ipecacuanha) é uma planta nativa do Brasil, usada há muito tempo para aliviar náuseas e vômitos, e indicada na homeopatia e antroposofia para tosse seca;

Estas plantas e minerais, trabalhados conforme a farmacotécnica antroposófica, auxiliam o organismo a enfrentar os sintomas das gripes e resfriados: coriza, congestão nasal, cefaléia, dores no corpo, dentre outros.

Preparo, cultivo e cuidados

Quanto ao modo de preparação, a antroposofia preconiza o uso de determinadas partes da planta, dependendo de qual órgão humano se quer estimular. Voltando ao exemplo do Prunus, são usados os ramos floridos, para direcionar sua força ao pólo metabólico.

Devido à coleta indiscriminada de plantas silvestres, e de manuseio inadequado que pode trazer contaminação, é recomendável adquiri-las de fornecedores comprometidos com a qualidade e também com a sustentabilidade. Esses cuidados incluem: cultivo orgânico ou biodinâmico; controle sanitário desde o plantio; controle de qualidade em todas as etapas do processo; autenticidade da planta; teor de princípio ativo dentro dos limites exigidos pelas farmacopéias; ausência de contaminantes de qualquer tipo. A Drosera citada anteriormente é protegida por lei em vários países, e hoje sua coleta na natureza é permitida com certas ressalvas. A ipeca utilizada pela Weleda é provém de cooperativas devidamente licenciadas pelo IBAMA no Cerrado.

Os metais empregados vêm de minérios coletados na natureza, e de forma responsável. Não são permitidos compostos sintéticos ou provenientes de mineração ilegal. O Ferrum sidereum, ferro de origem cósmica, é obtido a partir de meteoritos que caem regularmente na Terra.

Estes princípios e cuidados devem valer para todas as matérias primas e insumos farmacêuticos e, portanto, para todos os produtos acabados, como medicamentos antroposóficos, homeopáticos, fitoterápicos, chás e cosméticos orgânicos.

As plantas e minerais foram aqui citados somente como exemplo de possibilidades dentro das medicinas naturais e, portanto não devem ser utilizadas sem a orientação de um profissional de saúde. Plantas e minerais podem ser tóxicos quando usados incorretamente.

Finalizando, conforme preconiza a Organização Mundial da Saúde, a transmissão do vírus da gripe pode ser prevenida por medidas simples, tais como:

lavar as mãos com freqüência com água e sabão;

não compartilhar alimentos, copos e objetos de uso pessoal;

cobrir o nariz e a boca quando espirrar;

utilizar, preferencialmente, lenço descartável;

evitar o contato direto com pessoas gripadas;

E finalmente, em caso de aparecimento de sintomas da gripe ou de adoecimento procure a assistência médica e não utilize medicamentos sem orientação do profissional habilitado.

ATENÇÃO: ESTE TEXTO TEM CARÁTER INFORMATIVO. NÃO USE PLANTAS MEDICINAIS OU MEDICAMENTOS SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO.

“SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO”

“ERYSIDORON 1, INFLUDO, PREVIGRIP, SINUDORON, PYRIT-ZINNOBER E WELETUSS SÃO MEDICAMENTOS. SEU USO PODE TRAZER RISCOS. PROCURE O MÉDICO E O FARMACÊUTICO. LEIA A BULA”.

Referências bibliográficas:

Luz, M. T. Estudo comparativo das medicinas ocidental contemporânea, homeopática, tradicional chinesa e ayurvédica em programas públicos de saúde. Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Instituto de Medicina Social (Série Estudos em Saúde Coletiva, 140), 1996.

Moraes, WA. As bases epistemológicas da medicina ampliada pela antroposofia. 2. Ed. São Paulo: ABMA – Associação Brasileira de Medicina Antroposófica, 2007.

Natali, A. J. et al. Efeito do treinamento em natação sobre a severidade do broncoespasmo induzido por exercício. Revista Paulista de Educação Física, Vol. 16, No. 2, pp. 198-210, jul./dez. 2002.

Nayak, C. et al. A multi-centric open clinical trial to evaluate the usefulness of 13 predefined homeopathic medicines in the management of acute rhinitis in children. International Journal of High Dilution Research, Vol. 9 (2010), No. 30, pp. 30-42.

Schramm, H. Heilmittel-Fibel zur Anthroposophischen Medizin. Novalis: Basel, 1997.

Steinsbekk, A. et al.: Homeopathic care for the prevention of upper respiratory tract infections in children: A pragmatic, randomised, controlled trial comparing individualised homeopathic care and waiting-list controls. Complementary Therapies in Medicine, Vol. 13 (2005), pp.231 – 238.

Wannmacher, L.; Ferreira, M. B. C. Febre: mitos que determinam condutas. Uso racional de medicamentos. Organização Panamericana da saúde e Organização mundial da saúde. Vol 1, n 9, 2004. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/HSE_URM_FEB_0804.pdf, acesso: 10-05-10.

Weleda Nachrichten (Comunicação Corporativa da Weleda AG) No. 228, Natal de 2002.


[1] Rodolfo Schleier é farmacêutico-bioquímico (USP) e especialista em fitoterapia (FACIS-IBEHE). Desde 2005 atua no Departamento Médico-Científico do Laboratório Weleda.

[2] Silberto Azevedo é farmacêutico-bioquímico (UFMG), Perito Toxicologista (IML-BH), Mestre em Administração (PUC Minas/FDC) e Diretor da Lemnis Farmácia.

[3] As medicinas complementares estão apoiadas em um paradigma vitalista. Tal paradigma revela a existência de uma “dinâmica vital”, algo que está além do corpo físico. É através do fluxo desta “dinâmica vital” que se determina o estado de saúde ou doença (Luz, 1996).

[4] N A: Ficar em casa, concentrado em atividades puramente intelectuais pode agravar a tendência às doenças respiratórias.. A natação é indicada para pessoas com asma (Natali et al., 2002). Quem já assistiu ao filme “Diários de Motocicleta” deve lembra-se da cena em que o protagonista, portador de asma, melhora consideravelmente após atravessar um rio a nado em plena Amazônia

[5] A prática antroposófica recomenda ao paciente em processo gripal aquecer os pés ao deitar de forma a controlar o ritmo metabólico e respiratório.

Bulas linha gripe da Weleda:

PREVIGRIP (Ferrum sidereum, Phosphorus, Prunus spinosa, summitates) – Glóbulos – Frasco com 20g – Solução oral – Frasco com 50 mL. USO ADULTO E PEDIÁTRICO – VIA ORAL. Composição: Cada 1 grama de glóbulos contém: Ferrum sidereum D10 26,67 mg, Phosphorus D5 26,67 mg, Prunus spinosa, summitates D1 26,67 mg, Glóbulos inertes nº 3 qsp. 1 g. Cada 1 grama de solução oral contém: Ferrum sidereum D10 0,33 g, Phosphorus D5 0,33 g, Prunus spinosa, summitates D1 0,34 g. Graduação alcoólica: 41%. MEDICAMENTO ANTROPOSÓFICO. INFORMAÇÕES TÉCNICAS AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE: PREVIGRIP, como um medicamento produzido e indicado de acordo com o conhecimento antroposófico, age em primeira linha através do estímulo das forças autocurativas do organismo, como estímulo do metabolismo anabólico sobretudo em doenças de órgãos do sistema rítmico (Prunus spinosa), em doenças orgânicas inflamatórias (Phosphorus) e como estímulo nos estados de esgotamento e reconvalescência (Ferrum sidereum). INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS: De acordo com os conhecimentos antroposóficos em relação ao ser humano e à natureza, PREVIGRIP é um medicamento antroposófico indicado no tratamento auxiliar e infecções recorrentes, na profilaxia de gripes, como estímulo ao sistema imunológico, na reconvalescência, esgotamento, fadiga crônica, déficit de concentração; como estímulo do metabolismo anabólico, sobretudo em doenças dos órgãos do sistema rítmico, por exemplo, asma brônquica e pneumonia. CONTRA-INDICAÇÃO: O produto é contra-indicado para pessoas com hipersensibilidade aos componentes da fórmula. POSOLOGIA SUGERIDA: Crianças: Para prevenir gripes e resfriados tomar 5 a 10 glóbulos ou gotas diluídas em água 1 a 3 vezes por dia, por um período de 2 a 4 meses. Como auxiliar no tratamento de gripes e resfriados, tomar 5 a 10 glóbulos ou gotas diluídas em água de 2 em 2 horas. Após 2 dias passar para 3 em 3 horas por mais dois dias e depois de 4 em 4 horas por mais dois dias, ou conforme critério médico. Adultos: Para prevenir gripes e resfriados tomar 15 a 20 glóbulos ou gotas 1 a 3 vezes ao dia, por um período de 2 a 4 meses. Como auxiliar no tratamento de gripes e resfriados, tomar 15 a 20 glóbulos ou gotas de 2 em 2 horas. Após 2 dias passar para 3 em 3 horas por mais dois dias e  depois de 4 em 4 horas por mais dois dias, ou conforme critério médico. ADVERTÊNCIAS: Se usado à noite, pode causar insônia em pacientes sensíveis ao Phosphorus dinamizado. Além disso, até o momento, não foi relatada a necessidade de precaução, se administrado conforme a posologia sugerida. As orientações e recomendações previstas na bula estão relacionadas à via de administração indicada. O uso por outras vias pode envolver risco e deve estar sob a responsabilidade do prescritor. Caso haja esquecimento de dose, não duplicar a dose subseqüente. Atenção diabéticos: PREVIGRIP Glóbulos contém SACAROSE. Atenção: PREVIGRIP Solução Oral contém ÁLCOOL. Atenção: PREVIGRIP Solução Oral possui teor alcoólico de 41%. Gravidez e lactação: O uso deste medicamento não foi estudado na gravidez e lactação (categoria C de risco de fármacos destinados às mulheres grávidas). Pacientes idosos: Não existem advertências ou recomendações especiais sobre o uso do produto por pacientes idosos. Interações medicamentosas: Até o momento não houve relatos de interações medicamentosas. Reações adversas: Em se tratando de pessoas sensíveis ao Phosphorus, poderão se manifestar distúrbios do ritmo taquicárdico, estados de ansiedade e distúrbios do sono. Além disso, não são conhecidas a intensidade e freqüência das reações adversas. Superdosagem: Até o momento, não foram relatados ou verificados casos de superdosagem durante o tratamento com o produto. Entretanto, caso ocorra ingestão acidental excessiva, deve-se procurar um serviço médico ou entrar em contato com um médico. PREVIGRIP Glóbulos – M.S. 1.0061.0072.002-6. PREVIGRIP Solução Oral – M.S. 1.0061.0072.001-8. Farm. Resp.:  Sherlise de Cassia Vieira Marcelino – CRF-SP nº 13096. Fabricado, embalado e distribuído por: WELEDA  DO  BRASIL  –  LABORATÓRIO  E  FARMÁCIA  LTDA. Rua Brig. Henrique Fontenelle, 33, 05125-000 São Paulo – SP. CNPJ: 56.992.217/0001-80 Indústria Brasileira. VENDA SEM PRESCRIÇÃO MÉDICA.

INFLUDO. Eucalyptus globulus, Bryonia alba, Aconitum napellus, Eupatorium perfoliatum, Phosphorus – Solução oral – Via oral – Frasco de vidro âmbar gotejador com 50 mL. USO ADULTO E PEDIÁTRICO. Composição: Cada g de INFLUDO contém: Eucalyptus globulus D3 0,15 g, Aconitum napellus D3 0,20 g, Bryonia alba D3 0,30 g, Eupatorium perfoliatum D3 0,20 g, Phosphorus D6 0,15 g. Graduação alcoolica: 32%. MEDICAMENTO ANTROPOSÓFICO. INFORMAÇÕES TÉCNICAS AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE: INFLUDO, como um medicamento produzido e indicado de acordo com o conhecimento Antroposófico, age em primeira linha através do estímulo das forças autocurativas do organismo e serve para a harmonização de distúrbios da saúde abaixo relacionados. Indicações terapêuticas: De acordo com os conhecimentos antroposóficos em relação ao ser humano e à natureza, INFLUDO é indicado no tratamento auxiliar de gripes e enfermidades inflamatórias agudas do sistema respiratório, coriza aquosa com obstrução nasal, cefaléia congestiva com febre, prostração durante a gripe, laringite com rouquidão e dor, afonia, sangramento nasal, dengue. Ao estudarmos as matérias médicas dos componentes do INFLUDO encontramos o seguinte: Eucalyptus globulus: indicado para gripe e suas sequelas, mesmo como preventivo, cefaléia congestiva com febre, coriza aquosa com obstrução, face congestionada, ardor na garganta, expectoração de mucosidades brancas, espessas, espumosas. Aconitum napellus: indicado para transtornos inflamatórios agudos, geralmente febris, após exposição ao ar frio e seco, para cefaléia com coriza, inflamação dos olhos, garganta e úvula vermelhas e dolorosas, irritação laríngea e tosse ocasionadas pelo ar frio e seco. Bryonia alba: indicada para as inflamações das membranas mucosas e serosas, especialmente exudativas, congestão cefálica, inflamação congestiva e dolorosa dos olhos, otalgia, coriza com febre, catarro nasal espesso e amarelado, mucosidade traqueal, roncos, laringite. Eupatorium perfoliatum: indicado para gripe, com dores pelo corpo nos membros, nos ossos e músculos, rouquidão, tosse catarral, febre e calafrios, prostração durante a gripe, dengue. Phosphorus: tosse seca que piora ao ar frio, laringite com rouquidão e dor, afonia, sangramento nasal. Contra-indicação: O produto é contra-indicado para pessoas com hipersensibilidade aos componentes da fórmula. Posologia sugerida: Crianças: administrar 5 a 10 gotas de 2 em 2 horas, por via oral. Após 2 dias passar para 3 em 3 horas por mais 2 dias e depois de 4 em 4 horas por mais dois dias, ou conforme critério médico. Adultos: administrar 15 a 20 gotas de 2 em 2 horas, via oral. Após 2 dias passar para 3 em 3 horas por mais 2 dias e depois de 4 em 4 horas por mais 2 dias, ou conforme critério médico. Advertências: Até o momento, não foi relatada a necessidade de precaução, se administrado conforme a posologia sugerida. As orientações e recomendações previstas na bula estão relacionadas à via de administração indicada. O uso por outras vias não sugeridas por esta bula pode envolver risco e deve estar sob a responsabilidade do prescritor. Caso haja esquecimento de dose, não duplicar a dose subseqüente. Atenção: INFLUDO solução oral contém ÁLCOOL. Atenção: Este medicamento possui teor alcoólico de 32%. Gravidez e lactação: O uso deste medicamento é compatível com a gravidez e a lactação. Não há evidências de riscos no ser humano (categoria B de risco de fármacos destinados às mulheres grávidas). Interações medicamentosas: Até o momento não houve relatos de interações medicamentosas. Pacientes idosos: Não existem advertências ou recomendações especiais sobre o uso do produto por pacientes idosos. Reações adversas: Pessoas sensíveis ao Phosphorus poderão apresentar dificuldade para adormecerem se usado à noite. Além disso, não foram relatados quaisquer casos de reação adversa durante a sua utilização. Superdosagem: Até o momento, não foram relatados ou verificados casos de superdosagem durante o tratamento com o produto. Entretanto, caso ocorra ingestão acidental excessiva, deve-se procurar um serviço médico ou entrar em contato com um médico. INFLUDO Solução Oral – 50 mL M.S. 1.0061.0022.002-3. Farm. Resp.: Sherlise de Cassia Vieira Marcelino – CRF-SP nº 13096. VENDA SEM PRESCRIÇÃO MÉDICA. Fabricado, embalado e distribuído por: WELEDA DO  BRASIL  –  LABORATÓRIO  E  FARMÁCIA  LTDA. Rua Brig. Henrique Fontenelle, 33, 05125-000 São Paulo – SP. CNPJ: 56.992.217/0001-80 Indústria Brasileira.

ERYSIDORON 1. Apis mellifica D3, Atropa belladonna D3 – Solução oral – Via oral – Frasco de vidro âmbar com 50 mL. USO ADULTO E PEDIÁTRICO. Composição: Cada 1 mL de solução oral contém: Apis mellifica D3 0,50 mL,  Atropa belladonna D3 0,50 mL. Graduação alcoólica: 34,5%. MEDICAMENTO ANTROPOSÓFICO. INFORMAÇÕES TÉCNICAS AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE: Indicações terapêuticas: De acordo com os conhecimentos antroposóficos em relação ao ser humano e à natureza espera-se que o ERYSIDORON 1 atue no tratamento auxiliar dos processos inflamatórios agudos, geralmente febris, como otite, laringite, irritação da traquéia, coriza com tosse, inflamação aguda da garganta, das amídalas e erisipela. Ao estudarmos a matéria médica dos componentes do ERYSIDORON 1, observamos o seguinte: Apis mellifica: indicado para febre, inflamações agudas com edema, otite, laringite, irritação da traquéia, tosse, erisipela, uretrite, anexite, abscessos, sinovite, glomerulonefrite aguda. Atropa belladonna: indicada para processos inflamatórios agudos de instalação brusca e violenta, febris, com calor local, vermelhidão, ardor, edema e dor. Para otalgias, coriza com tosse, odontalgias, inflamação aguda da garganta, amígdalas e úvula, parotidite aguda, gastralgias, mastite, erisipela. Contra-indicação: O produto é contra-indicado para pessoas com hipersensibilidade aos componentes da fórmula e para pessoas alérgicas a picadas de abelhas. Posologia sugerida: Crianças: Administrar 5 a 10 gotas em um pouco de água, inicialmente de 15 em 15 minutos na primeira hora, depois de 30 em 30 minutos por mais duas horas, e a seguir de hora em hora, espaçando conforme a melhora dos sintomas, até de 4 em 4 horas. Manter por pelo menos 7 dias, ou conforme orientação médica. Adultos: Administrar 15 a 20 gotas em um pouco de água, inicialmente de 15 em 15 minutos na primeira hora, depois de 30 em 30 minutos por mais duas horas, e a seguir de hora em hora, espaçando conforme a melhora dos sintomas, até de 4 em 4 horas. Manter por pelo menos 7 dias, ou conforme orientação médica. Os glóbulos podem ser engolidos ou dissolvidos na boca. Advertências: Pacientes com glaucoma podem sofrer um agravamento desta condição pelo uso de Atropa belladonna, assim como homens com hiperplasia prostática benigna que ficam mais susceptíveis à retenção urinária. Além disso, até o momento, não foi relatada a necessidade de outras precauções, se administrado conforme a posologia sugerida. As orientações e recomendações previstas na bula estão relacionadas à via de administração indicada. O uso por outras vias não sugeridas por esta bula pode envolver risco e deve estar sob a responsabilidade do prescritor. Caso haja esquecimento de dose, não duplicar a dose subseqüente. O produto é contra-indicado para pessoas alérgicas à picada de abelha. Atenção: ERYSIDORON 1 solução oral contém ÁLCOOL. Atenção: ERYSIDORON 1 solução oral possui teor alcoólico de 34,5%. Gravidez e lactação: Categoria – Risco C. O uso do medicamento não foi estudado na gravidez e lactação. Interações medicamentosas: Até o momento não houve relatos de interações medicamentosas. Pacientes idosos: Não existem advertências ou recomendações especiais sobre o uso do produto por pacientes idosos. Reações indesejáveis: Até o momento, não foi relatado nenhum caso de reação adversa durante a sua utilização; caso ocorra, suspenda a administração do produto e procure orientação médica. Informe ao seu prescritor o aparecimento de reações indesejáveis. Superdosagem: Até o momento, não foram relatados ou verificados casos de superdosagem durante o tratamento com o produto. Entretanto, caso ocorra ingestão acidental excessiva, deve-se procurar um serviço médico ou entrar em contato com um médico. ERYSIDORON 1 Solução Oral – M.S. 1.0061.0017.007-7. Farm. Resp.: Sherlise de Cassia Vieira Marcelino – CRF-SP nº 13096. Fabricado, embalado e distribuído por: WELEDA DO  BRASIL  –  LABORATÓRIO  E  FARMÁCIA  LTDA. Rua Brig. Henrique Fontenelle, 33, 05125-000 São Paulo – SP. CNPJ: 56.992.217/0001-80 Indústria Brasileira.

SINUDORON Berberis vulgaris D2, Hydrastis canadensis D4, Argentum nitricum D20, Atropa belladonna D6, Silicea D20. Apresentação: Glóbulos, frasco de vidro âmbar com 20 g. Solução oral, com frasco de vidro âmbar conta-gotas de 50 ml. Comprimidos, frasco de vidro âmbar com 80 comprimidos. Composição: Comprimidos – Cada comprimido contém: Argentum nitricum D20 36,2 mg, Atropa belladonna D6 36,2 mg, Berberis vulgaris, cortex D2 36,2 mg, Hydrastis canadensis D4 36,2 mg, Silicea D20 36,2 mg, Excipientes (lactose, amido e estearato de magnésio) q.s.p 1 comprimido. Solução Oral: Cada 1 g de solução oral contém: Argentum nitricum D20 200,0 mg, Atropa belladonna D6 200,0 mg, Berberis vulgaris, cortex D2 200,0 mg, Hydrastis canadensis D4 200,0 mg, Silicea D20 200,0 mg. Graduação alcoólica : 39%. Glóbulos: Cada 1 g de glóbulos contém: Argentum nitricum D20 16,0 mg, Atropa belladonna D6 16,0 mg, Berberis vulgaris, cortex D2 16,0 mg, Hydrastis canadensis D4 16,0 mg, Silicea D20 16,0 mg, Glóbulos inertes nº 3 q.s.p. 1,0 g USO ADULTO E PEDIÁTRICO. Indicações terapêuticas: De acordo com os conhecimentos antroposóficos em relação ao ser humano e à natureza espera-se que o SINUDORON atue no tratamento auxiliar da sinusite aguda ou crônica. A indicação deste medicamento somente poderá ser alterada a critério do prescritor. Ao estudarmos as matérias médicas dos componentes de SINUDORON encontrou-se: Berberis vulgaris – indicado para sinusite crônica maxilar e frontal, com dores na face, cefaleia pressiva na fronte e têmporas, coriza amarelo-serosa e depois purulenta. Hydrastis canadensis – indicado para secreções das mucosas, amarelas ou brancas, secreção nasal e retronasal espessa amarelada, descarga nasal aquosa, escoriante, sinusite após coriza, cefaleia e peso frontal, sinusite frontal ou maxilar subagudas. Argentum nitricum – indicado para mucosas irritadas e inflamadas com secreção mucopurulenta, coriza com calafrios, lacrimejamento e dor de cabeça. Atropa belladonna – indicada para inflamações locais, agudas, cefaleia intensa, congestiva e latejante, nevralgia facial, coriza, mucosa misturada com sangue, cefaleia por fluxo catarral suprimido. Silicea – indicada para supuração crônica, descargas purulentas das mucosas, falta de vitalidade e de calor vital, sinusite aguda ou crônica, frontal, com secreção nasal e retronasal espessa amarelada ou esverdeada, sinusite maxilar com dores que se agravam pelo frio, peso frontal, cefaleia por sinusite com dores na fronte, com coriza crônica. Contra-indicação: O produto é contra-indicado para pessoas com hipersensibilidade aos componentes da fórmula. Posologia sugerida: SINUDORON Gotas e Glóbulos: Crianças até 12 anos: em casos agudos administrar 10 a 15 glóbulos ou gotas de 2 em 2 horas espaçando para 3 em 3 horas, depois 4 em 4 horas conforme melhora do quadro clinico, durante 7 a 14 dias. Para os casos crônicos ou para prevenção administrar 10 a 15 glóbulos ou gotas 3 vezes ao dia por 1 a 2 meses, ou conforme orientação médica. Adultos e crianças maiores de 12 anos: em casos agudos administrar 15 a 20 glóbulos ou gotas de 2 em 2 horas, espaçando para 3 em 3 horas, depois 4 em 4 horas conforme melhora do quadro clinico, durante 7 a 14 dias. Para os casos crônicos ou para prevenção administrar 15 a 20 glóbulos ou gotas 3 vezes ao dia, ou conforme orientação médica. SINUDORON Comprimidos: Crianças até 12 anos: em casos agudos administrar 1 comprimido de 2 em 2 horas espaçando para 3 em 3 horas, depois 4 em 4 horas conforme melhora do quadro clinico, durante 7 a 14 dias. Para os casos crônicos ou para prevenção administrar 1 comprimido 3 vezes ao dia por 1 a 2 meses, ou conforme orientação médica. Adultos e crianças maiores de 12 anos: em casos agudos administrar 2 comprimidos de 2 em 2 horas espaçando para 3 em 3 horas, depois 4 em 4 horas conforme melhora do quadro clinico, durante 7 a 14 dias. Para os casos crônicos ou para prevenção administrar 2 comprimidos 3 vezes ao dia, ou conforme orientação médica. Advertências: Até o momento, não foi relatada a necessidade de precaução, se administrado conforme a posologia sugerida. As orientações e recomendações previstas na bula estão relacionadas à via de administração indicada. O uso por outras vias não sugeridas por esta bula pode envolver risco e deve estar sob a responsabilidade do prescritor. Caso haja esquecimento de dose, não duplicar a dose subseqüente. Gravidez e lactação: O uso deste medicamento é compatível com a gravidez e a lactação. Não há evidências de riscos no ser humano (categoria B de risco de fármacos destinados às mulheres grávidas). Interações medicamentosas: Até o momento não houve relatos de interações medicamentosas. Pacientes idosos: Não existem advertências ou recomendações especiais sobre o uso do produto por pacientes idosos. Reações adversas: Ainda não são conhecidas a intensidade e freqüência das reações adversas. Caso ocorra suspenda o uso do medicamento.  Superdosagem: Até o momento, não foram relatados ou verificados casos de superdosagem durante o tratamento com o produto. Entretanto, caso ocorra ingestão acidental excessiva, deve-se procurar um serviço médico ou entrar em contato com um médico. SINUDORON glóbulos 20 g – M.S. 1.0061.0055.002-3 SINUDORON solução oral 50 mL – M.S. 1.0061.0055.004-1 SINUDORON – 80 comprimidos – M.S. 1.0061.0055.005-8 Farm. Resp.:  Sherlise de Cassia Vieira Marcelino – CRF-SP nº 13096. Fabricado e distribuído por: WELEDA  DO  BRASIL  –  LABORATÓRIO  E  FARMÁCIA  LTDA. Rua Brig. Henrique Fontenelle, 33, 05125-000 São Paulo – SP CNPJ: 56.992.217/0001-80. Indústria Brasileira.

PYRIT-ZINNOBER. Ferrum sulfuratum D3, Mercurius sulfuratum D6 – Comprimidos – Via oral – Frasco de vidro com 80 e 220 comprimidos. USO ADULTO E PEDIÁTRICO. Composição: Cada comprimido de PYRIT-ZINNOBER contém: Ferrum sulfuratum D3 trit. (Pyrit) 95,8 mg, Mercurius sulfuratum D6 trit. (Cinnabaris – Zinnober) 95,8 mg, Excipiente (amido de milho, lactose, estearato de magnésio vegetal) qsp. 1 comprimido. MEDICAMENTO ANTROPOSÓFICO. INFORMAÇÕES TÉCNICAS AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE: Indicações terapêuticas: De acordo com os conhecimentos antroposóficos em relação ao ser humano e à natureza o PYRIT-ZINNOBER auxilia no tratamento de inflamações das vias respiratórias acompanhadas de secreção como faringite, amidalite, laringite e traqueíte. Ao estudarmos a Matéria Médica dos componentes do PYRIT-ZINNOBER, observamos o seguinte: Ferrum sulfuratum (Pyrit): está indicado nos casos de dor e irritação na garganta, dor para engolir (mesmo saliva), secura, dor e edema na garganta.                Mercurius sulfuratum (Cinnabaris): está indicado nos casos de inflamação catarral, descarga nasal posterior, catarro nasofaríngeo aderente, inflamação da boca e garganta (faringite), angina tonsilar (amidalite).  Contra-indicação: O produto é contra-indicado para pessoas com hipersensibilidade aos componentes da fórmula. Posologia sugerida: Crianças: administrar 1 comprimido por via oral de 3 a 6 vezes ao dia, por um período de 10 dias. Adultos: administrar 2 comprimidos por via oral de 3 a 6 vezes ao dia, por um período de 10 dias. A posologia poderá ser alterada a critério médico. Advertências: Até o momento, não foi relatada a necessidade de precaução, se administrado conforme a posologia sugerida. As orientações e recomendações previstas na bula estão relacionadas à via de administração indicada. O uso por outras vias não sugeridas por esta bula pode envolver risco e deve estar sob a responsabilidade do prescritor. Caso haja esquecimento de dose, não duplicar a dose subseqüente. Gravidez e lactação: O uso deste medicamento não foi estudado na gravidez e lactação (categoria C de risco de fármacos destinados às mulheres grávidas). Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Pacientes idosos: Não existem advertências ou recomendações especiais sobre o uso do produto por pacientes idosos. Interações medicamentosas: Até o momento não houve relatos de interações medicamentosas. Reações adversas: Ainda não são conhecidas a intensidade e freqüência das reações adversas. Em caso de suspeita de reação adversa, o médico responsável deve ser notificado. Superdosagem: Até o momento, não foram relatados ou verificados casos de superdosagem durante o tratamento com o produto. Entretanto, caso ocorra ingestão acidental excessiva, deve-se procurar um serviço médico ou entrar em contato com um médico. PYRIT-ZINNOBER 80 comprimidos – M.S. 1.0061.0067.001-0 PYRIT-ZINNOBER 220 comprimidos – M.S. 1.0061.0067.002-9. Farm. Resp.: Sherlise de Cassia Vieira Marcelino – CRF-SP nº 13096. Fabricado, embalado e distribuído por: WELEDA DO  BRASIL  –  LABORATÓRIO  E  FARMÁCIA  LTDA. Rua Brig. Henrique Fontenelle, 33, 05125-000 São Paulo – SP CNPJ: 56.992.217/0001-80 Indústria Brasileira.

WELETUSSDrosera rotundifolia D2, Cephaelis ipecacuanha D3, Bryonia alba D3, Cuprum aceticum D4. Solução oral – Via oral – Frasco de vidro com 50 mL. Glóbulos – Via oral – Frasco de vidro com 20 g. USO ADULTO E PEDIÁTRICO. Composição: Cada 1 grama de solução oral contém: Drosera rotundifolia D2 (em álcool 30%) 320 mg, Cephaelis ipecacuanha D3 (em álcool 43%) 300 mg, Bryonia alba D3 (em álcool 30%) 250 mg, Cuprum aceticum D4 (em álcool 30%) 130 mg. Graduação alcoólica: 34%. Cada 1 grama de glóbulos contém: Drosera rotundifolia D2 25,60 mg, Cephaelis ipecacuanha D3 24,00 mg, Bryonia alba D3 20,00 mg, Cuprum aceticum D4 10,40 mg, Glóbulos inertes nº3 q.s.p 1000 mg. MEDICAMENTO ANTROPOSÓFICO. INFORMAÇÕES TÉCNICAS AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE: O WELETUSS, como um medicamento produzido e indicado de acordo com o conhecimento antroposófico, age em primeira linha através do estímulo das forças autocurativas do organismo e serve para a harmonização de distúrbios da saúde abaixo relacionados. Indicações terapêuticas: De acordo com os conhecimentos antroposóficos em relação ao ser humano e à natureza o WELETUSS harmoniza as funções respiratórias, e portanto é indicado no tratamento auxiliar da tosse espasmódica, seca e irritativa, laringite, coqueluche, bronquite e mucosidade traqueal que se destaca com dificuldade. Ao estudarmos as matérias médicas dos componentes do WELETUSS encontramos o seguinte: Drosera rotundifolia: é indicado para tosse espasmódica, seca, irritativa, em crises seguidas. Para coqueluche, laringite, irritação laríngea e traqueal.   Cephaelis ipecacuanha (Ipeca): é indicada para tosse espasmódica, violenta, incessante, de aparição brusca, sufocante, sem expectoração, com náuseas e vômitos. Para bronquite aguda de crianças, coqueluche, dispnéia, asma e afonia completa. Bryonia alba: atua nas membranas serosas e nas vísceras por elas contidas. É indicada para catarro nasal espesso e amarelado, coriza com dores frontais, tosse seca, mucosidade traqueal que se destaca com dificuldade, bronquite aguda. Cuprum aceticum é indicado em tosse seca, espasmódica, mucosidade de difícil eliminação, dispnéia. Contra-indicação: O produto é contra-indicado para pessoas com hipersensibilidade aos componentes da fórmula. Posologia sugerida: Crianças: Administrar 10 a 15 gotas ou glóbulos de 2 em 2 horas, espaçando com a melhora dos sintomas. Adultos: Administrar 20 a 30 gotas ou glóbulos de 2 em 2 horas, espaçando com a melhora dos sintomas. A posologia poderá ser alterada a critério médico. Advertências: Até o momento, não foi relatada a necessidade de precaução, se administrado conforme a posologia sugerida. As orientações e recomendações previstas na bula estão relacionadas à via de administração indicada. O uso por outras vias pode envolver risco e deve estar sob a responsabilidade do prescritor. Caso haja esquecimento de dose, não duplicar a dose subseqüente. Atenção: WELETUSS solução oral contém ÁLCOOL. Este medicamento possui teor alcoólico de 34%. Atenção diabéticos: WELETUSS glóbulos contém SACAROSE. Gravidez e lactação: Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião dentista (categoria C de risco de fármacos destinados às mulheres grávidas). Pacientes idosos: Não existem advertências ou recomendações especiais sobre o uso do produto por pacientes idosos. Interações medicamentosas: Até o momento não houve relatos de interações medicamentosas. Reações adversas: Ainda não são conhecidas a intensidade e freqüência das reações adversas. Superdosagem: Até o momento, não foram relatados ou verificados casos de superdosagem durante o tratamento com o produto. Entretanto, caso ocorra ingestão acidental excessiva, deve-se procurar um serviço médico ou entrar em contato com um médico. WELETUSS Solução oral – M.S. 1.0061.0065.001-1. WELETUSS Glóbulos – M.S. 1.0061.0065.002-8. Farm. Resp.: Sherlise de Cassia Vieira Marcelino – CRF-SP nº 13096. Fabricado, embalado e distribuído por: WELEDA  DO  BRASIL  –  LABORATÓRIO  E  FARMÁCIA  LTDA. Rua Brig. Henrique Fontenelle, 33, 05125-000 São Paulo – SP. CNPJ: 56.992.217/0001-80 Indústria Brasileira.

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