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29.08.11

CONDROITINA E GLUCOSAMINA NO TRATAMENTO DA OSTEOARTRITE, ARTROSE OU OSTEOARTROSE

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Introdução

A osteoartrite (AO) é uma doença crônica das articulações que leva seus portadores a uma incapacidade funcional progressiva. A doença não é sinônimo de envelhecimento, mas, uma vez instalada, progride com a idade. Ela está relacionada com a perda da capacidade funcional das articulações, e se caracterizada por dor constante. (Toffoletto et all, 2005).

A cartilagem hialina articular é um gel, em que estão incluídos os condrócitos, fibras colágenas e a matriz, que é formada por ácido hialurônico, proteoglicanos, agrecanos, água e eletrólitos. É a mais freqüente doença articular e tem a prevalência aumentada com a idade mais avançada, afetando mais de 75% de pessoas acima de 65 anos de idade, e 10% dos que têm mais de 60 anos possuem limitação física por OA. Acima dos 50 anos de idade, incide mais em mulheres, em mãos, joelhos e pés. No Brasil, a prevalência da OA é estimada em 16%. (Silva et all, 2008).

A artrite é a segunda doença que mais incapacita para o trabalho, atrás apenas das doenças do coração. Em 2002 atingiu 70 milhões de pessoas (1 em cada 3 adultos) somente nos Estados Unidos. Portanto, trata-se de uma doença crônica de grande importância para a sociedade e que ainda não se tem um tratamento único eficaz. O tratamento usual é conciliar analgésicos e antiinflamatórios não esteroidais com mudanças de hábitos alimentares e físicos. O uso de medicamentos é complementar às medidas de emagrecimento, ganho de força, de propriocepção, de flexibilidade e de amplitude de movimento. (Toffoletto et all, 2005; CRIM, 2005; Rezende & Gobbi, 2009).

Têm sido utilizados também glicosaminoglicanos sulfatados como sulfato de condroitina e de glucosamina, que apresenta níveis de evidência IA no retardo da osteoartrite. (Rezende & Gobbi, 2009). Saiba mais »

25.08.11

Cavalinha – Diurética, remineralizante, cicatrizante, adstringente, tonificante e revitalizante.

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Nome Botânico

Equisetum arvense

Família

Equisetaceae

Sinonímia

Equisetum boreale Bong.; Equisetum calderi B. Boivin; Equisetum saxicola Sucksd.

Nome popular

Cauda de raposa; equiseto; milho de cabra; rabo de cavalo.

Parte utilizada

Partes aéreas

Histórico e curiosidades

Originária da Europa, seu nome latino deriva de “equi” = cavalo e “setum” = cauda. Seus talos verdes conferem-lhe o aspecto de uma pequena árvore de natal.

A cavalinha tem sabor levemente salgado e amargo e cresce em locais próximos a água.

Conhecida também como equiseto é uma planta perene que não possui flores e consequentemente semente.

A reprodução é assegurada por esporos contidos nos esporângios, situados na base de pequenos escudos agrupados numa espécie de espiga terminal. Os próprios esporos são dotados pela natureza de um extraordinário sistema de propagação, pois o invólucro rasga-se em quatro faixas elásticas que, ao deformarem-se por efeito do calor, provocam a dispersão dos esporos. Saiba mais »

24.08.11

Unha de Gato – Anti-inflamatório natural

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Nome Botânico

Uncaria tomentosa.

Sinonímia

Unha de gato, garabato

Família

Rubiaceae

Parte utilizada

Córtex da raiz

Histórico e curiosidades

A unha-de-gato é uma planta medicinal muito popular no Peru e pode ser encontrada em toda a amazônia peruana. Seu nome popular foi inspirado na semelhança de seus espinhos com as unhas do gato. Os incas foram os primeiros a tirar benefícios de seus princípios ativos empregando-a principalmente como anti-inflamatório, no tratamento de artrite, gastrite, reumatismo e inflamações em geral. Foi descrita pela primeira vez em 1830, mas começou a despertar o interesse científico somente em 1970, quando se iniciaram estudos científicos, especialmente na Europa, que acabaram comprovando o seu valor terapêutico. Saiba mais »

22.08.11

Sene – Cartática, Laxante e Purgativa

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Nome Botânico

Cassia angustifolia L.

Sinonímia

Fedegoso, ibixuma, pagamariola, maioba, mamangá.

Família

Caesalpinaceae

Parte utilizada

Folha

Histórico e curiosidades

Foi introduzido na fitoterapia pelos médicos árabes no século IX. É um dos fármacos mais conceituados como purgativo, por não provocar inflamações secundárias, muito comuns quando se utilizam purgativos drásticos. Os folíolos possuem odor fraco, mas característico e sabor um tanto mucilaginoso e amargo. Saiba mais »

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