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15.05.11

USO DE FITOTERÁPICOS, VITAMINAS, MINERAIS E MINOXIDIL NO TRATAMENTO DA QUEDA DE CABELO OU CALVÍCIE

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História

Na história da humanidade, o homem sempre se preocupou com o cabelo. Além de oferecer a proteção ao crânio contra traumatismos, e radiações solares, os cabelos representam um adorno sexual importante. A adoração aos cabelos atingiu os impérios, a religião, a mitologia, a cultura, as classes sociais e a ciência.
Em todos os tempos e culturas, a perda do cabelo afeta o intimo das pessoas, papiros egípcios com mais de quatro mil anos, já citava a anatomia do couro cabeludo e fórmulas para alopécia.

Assim a alopécia pode ser definida como um conjunto de desordens que gera a falta de cabelos ou pêlos em locais próprios do corpo humano.

A título de curiosidade o número médio de cabelos varia de 100.000 a 150.000 fios, a média de perda diária encontra-se entre 50 e 100 fios ao dia nos adultos e a de crescimento é de 0,35mm por dia. Por estar em questão a vaidade das pessoas esta manifestação representa cerca de 8% das consultas dermatológicas.

A queda de cabelo muitas vezes está ligada à fadiga do organismo, seja por falta de sais minerais, proteínas ou vitaminas. Fatores emocionais como ansiedade, estresse, e externos como luz artificial e uso de boné em excesso, também podem contribuir para o desgaste do seu cabelo, causando, consequentemente, a queda capilar.

Assim adotar uma boa alimentação, hábitos de higiene e boa circulação, bem como a busca de atividades que levem a uma vida mais feliz e saudável pode nos propiciar cabelos mais fortes e resistentes.

Ciclo biológico do cabelo

Os pêlos estão presentes em todo o corpo humano com exceção da palma das mãos e da planta dos pés.

Existem aproximadamente cinco milhões de Folículos Pilossebácios (estrutura que se formam os cabelos no ser humano) em cada indivíduo.

O ciclo biológico do cabelo é dividido em três fases. Crescimento (Anágena) Catágena (Repouso) e Telógena (Queda).

Cada fase tem um período de duração e um fio de cabelo cresce por um período médio de dois a oito anos, após o tempo máximo de crescimento, a matriz para de produzir cabelo, se desprende e desloca-se no sentido da superfície da pele.

No ser humano, cada cabelo esta em uma fase independente e se todos os cabelos estivessem na mesma fase, a cada final de um ciclo de crescimento haveria uma perda de cabelo total e assim o individuo ficaria calvo. Até a formação de um novo cabelo (Ciclo Biológico). Oitenta por cento dos cabelos está na fase de crescimento (Anágena), vinte por cento na fase Telógena (Queda), sendo poucos cabelos na fase Catágena (Repouso).

A perda diária de cabelos é variável entre as pessoas, exemplo: imaginando que uma pessoa tenha cem mil fios de cabelos e que seu Anágeno dure três anos, significa que a cada três anos a pessoa troca todos os seus cabelos, tendo uma queda média de cem fios por dia.

O cabelo é dividido em duas partes, a parte interna, localizada na Derme, onde ocorre a formação, nutrição e crescimento do fio. Parte externa (visível) do fio localizado na Epiderme que se projeta para fora do couro cabeludo.

Tipos de alopécia

As alopecias podem ser divididas em:

Cicatriciais, cuja característica é a irreversibilidade do crescimento dos cabelos devido à destruição de células tronco;

Não cicatriciais, onde ocorre a preservação dos folículos pilosos. Dentro desta divisão, as alopecias se subdividem em vários tipos: androgênica, areata, traumática, emocional, seborréica, por ação de produtos químicos, entre outras.

A alopécia androgênica (calvície) é uma manifestação fisiológica que atinge principalmente os homens, mas que também pode afetar as mulheres. Ocorre devido à uma herança genética e o histórico de calvície pode vir tanto do lado da mãe como do pai.

O processo acontece devido a ação da enzima 5-alfa-redutase sobre o hormônio testosterona (a mulher também apresenta este tipo de hormônio, porém em menor quantidade que o homem) resultando no subproduto DHT (dihidrotestosterona). Este último age sobre os folículos pilosos, provocando o seu afinamento e miniaturização.

Já a alopécia areata é caracterizada pela perda rápida, parcial ou total de pêlos em uma ou mais áreas do couro cabeludo ou ainda em áreas como barba, sobrancelhas, púbis, etc. Entre as possíveis causas, está uma predisposição genética que seria estimulada por fatores desencadeantes, como o estresse emocional e fenômenos auto-imunes.

Outra forma, a alopécia emocional, está ligada a fatores emocionais, podendo progredir e se tornar uma alopecia total (do couro cabeludo), chegando até uma alopecia universal.

A alopécia seborréica é mais comum no homem. Freqüentemente encontra-se seborréia do couro cabeludo, ou seja, aumento de oleosidade. Geralmente é tanto mais grave quanto mais precoce é o início da queda de cabelo. Em mulher este tipo de alopécia atinge principalmente a parte central do couro cabeludo e excepcionalmente ocorre a perda total dos cabelos.

Há também a tricotilomania que consiste em um distúrbio crônico que faz com que a vítima sinta um desejo incontrolável de arrancar seus cabelos, levando a uma notável calvície e provocando trauma, vergonha e acanhamento.

A alopécia pode ser também causada por traumatismo, queimaduras químicas ou físicas ou exposição a agentes radioativos usados com finalidade terapêutica. Podem ainda ser devidas a doenças que evoluem para atrofias ou cicatrizes, tais como piodermites e neste caso teremos a alopecia cicatricial.

A alopécia pode ser causada também por uma tensão sustentada nos cabelos. A tração faz com que os pêlos afrouxem das raízes foliculares, podendo ocorrer também a queda de cabelos secundariamente a inflamação folicular e atrofia.

Classificação da calvície

De acordo com Hamilton e Norwood a calvície masculina é classificada em 7 tipos principais, conforme indicada na figura abaixo.

Já com as mulheres perda dos cabelos geralmente se inicia após a puberdade, quando os hormônios sexuais começam a ser produzidos. A evolução é lenta e o mais comum é ocorrer uma rarefação difusa dos cabelos, que se tornam finos e tem seu tamanho diminuído. Dificilmente a mulher chega a ficar careca, mas isso pode acontecer em casos de maior intensidade e em mulheres de idade mais avançada.
O quadro pode se tornar mais intenso se a mulher apresentar alterações hormonais, como a síndrome do ovário policístico ou o hirsutismo.
Os fatores desencadeantes também podem ser: desordem hormonal, incluindo início ou interrupção de uso de anticoncepcional, pós-parto e período peri e pós menopausa.

Existe uma classificação da alopécia androgênica feminina, de Ludwig, que possuí três graus:

Grau I para casos de rarefação leve, mais visível “na risca” do cabelo.

Grau II, onde há uma certa transparência do cabelo que permite visualizar o couro cabeludo.

Grau III são casos avançados onde uma calvície de fato já está instalada.

Principais causas da queda do cabelo (alopécia)

  • Hereditariedade e idade: são as principais causas realmente preocupantes pela sua evolução permanente;
  • Influência do hormônio masculino: Calvície androgenética, Alopecia Pós-Parto, Alopecia Pós-Menopausa;
  • Químicas: uso de medicamentos, anabolizantes, etc;
  • Radiações ou quimioterapia: no combate a tumores;
  • Infecciosas;
  • Neuro-psicológicas;
  • Tóxicas: abuso de bebidas alcoólicas, formaldeído, drogas e tabaco, etc;
  • Deficiências nutricionais e metabólicas: em regimes prolongados com dieta extrema;
  • Por doenças dermatológicas: Alopecia Areata, Alopecia Seborréica.
  • Tratamentos com substâncias inadequadas ou abuso da prescrição.
  • Queda de cabelo de causas sistêmicas: Pode ocorrer alopécia difusa em várias doenças que acometem o organismo como um todo, tais como: Lúpus eritematoso sistêmico; Dermatomiosite; Anemia ferropriva; Doenças carenciais e debilitantes; Diabetes; Hipertiroidismo; Hipotiroidismo; Doença de Addison. O tratamento é o da doença sistêmica, ou seja, geralmente combatendo a causa, os cabelos crescem novamente.
  • Em mulheres, após o parto, é comum a observação de alopécia difusa do couro cabeludo. Geralmente é pouco intensa, dura alguns meses e regride. A regressão do quadro pode ser favorecida com o uso de rubefaciente, a administração de complexos vitamínicos e apoio psicológico.

Tratamentos

Os princípios ativos utilizados em produtos cosméticos para alopécia, destinam-se a auxiliar na redução da queda dos cabelos, podendo através de mecanismos diferentes contribuírem positivamente para a melhora do quadro. Porém é necessária a avaliação clínica para identificar a causa do transtorno.

No caso da alopécia, os produtos cosméticos são considerados um tratamento auxiliar. A seguir, apresentamos algumas destas possibilidades.

Minoxidil

Este medicamento estimula os folículos em fase de miniaturização, ou seja, folículos de pequeno diâmetro, curtos (entre 0,5 e 2 cm) e hipopigmentados. Além de estimular a vascularização do couro cabeludo permitindo uma melhor oxigenação da região, o minoxidil estimula a multiplicação das células da matrix (raíz do pêlo). Mulheres com AAG padrão feminino também podem ser tratadas com minoxidil, mas respondem melhor ao minoxidil 5%.

A solução de minoxidil a 5% deve ser de uso externo. Aplicar no couro cabeludo uma dose de 1 mL 2 vezes por dia, começando pelo centro da área a ser tratada. A dose total diária, não deve exceder a 2 mL. É geralmente necessário um tratamento contínuo de pelo menos 4 meses antes de se observar uma evidência de crescimento de cabelo e o crescimento adicional por um ano de tratamento. Cuidados na aplicação: se as pontas dos dedos forem utilizadas para facilitar a aplicação, lavar bem as mãos depois. Aplicar somente quando o cabelo e o couro cabeludo estiverem perfeitamente secos. Mesmo com o tratamento contínuo, não haverá recuperação de todos os fios. Parte do sucesso com o minoxidil, deve-se ao fato de o paciente ficar satisfeito com a menor taxa de perda de cabelos.

Fitoterápicos

Alecrim – É uma das plantas mais utilizadas em shampoos, condicionadores e cremes para cabelos quando se quer tratar a seborréia e a caspa e na queda do cabelo relacionada a esta causa. Podem ser usados extratos glicólicos ou óleo essencial do alecrim.

Aloe Vera (Babosa) - O gel das folhas de Aloe vera melhora a condição do couro cabeludo, tratando a calvície seborréica de pessoas afetadas pela seborréia. A Aloe vera também protege o couro cabeludo dos efeitos do sol e vento.

Arnica – Na cosmética, a arnica é empregada para combater a oleosidade e queda excessiva dos cabelos, rachaduras e hematomas na pele e tratar irritações da pele dos bebês. A arnica, por ser um excelente agente cicatrizante, retira o excesso de oleosidade do bulbo capilar.

Capsicum – Possui ação carminativa, revulsivante, rubefaciente e por isto é muito utilizado em loções capilares para alopecias.

Centella asiática – Muito usada em cosméticos por suas propriedades regenerativas inclusive no combate a queda do cabelo.

Ginkgo biloba – Estudos clínicos têm demonstrado a eficácia do Ginkgo biloba em melhorar as condições de fluxo circulatório e pode ajudar no tratamento da queda de cabelo.

Jaborandi – O extrato das folhas de Pilocarpus jaborandi é indicado no tratamento anti queda dos cabelos e como estimulante do crescimento capilar.

Óleo de melaleuca – Poderoso antisséptico e anti fungico. Pode ajudar o combate à seborréia e o dos fungos presentes no couro cabeludo.

Sálvia – Age como anti-séptico e no combate à seborréia auxilia no tratamento da queda de cabelo.

Saw palmeto – Sua ação deve-se em parte, ao seu efeito antiandrogênico. Os fitoesteróis são considerados os agentes ativos e interferem na redução de testosterona para dihidrotestosterona. Os ácidos graxos livres e seus ésteres etil são considerados responsáveis pela inibição da 5 alfa redutase, uma das causas da alopécia androgênica ou calvície.

Vitaminas

A carência de diversos tipos de vitaminas pode ser causa do enfraquecimento ou queda do cabelo e a reposição pode corrigir o problema

Vitamina A – Exerce ainda função na cornificação da pele e das mucosas, no reforço do sistema imunológico, na formação dos ossos, da pele, cabelos e unhas. ingestão exagerada podem surgir manifestações como pele seca, áspera e descamativa, fissuras nos lábios, ceratose folicular, dores ósseas e articulares, dores de cabeça, tonturas e náuseas, queda de cabelos, cãibras, lesões hepáticas e paradas do crescimento além de dores ósseas. Doses recomendadas – 1 mg por dia para pessoas normais. Para mulheres grávidas, pessoas com distúrbios de digestão das gorduras, diabetes, idosos e alcoólatras são recomendas doses 25 a 50% maiores. Uma pessoa normal, com alimentação normal, deve evitar suplementação de vitamina A e se apresentar alguma manifestação sugestiva de carência dessa vitamina, a mesma deverá consultar um médico para orientação.;

Vitamina B2 (Riboflavina) – Manifestações de carência são raras e podem aparecer em gestantes, nos esportistas de alta performance ou em doenças digestivas que alterem a sua absorção. As primeiras manifestações de carência são inflamações da língua, rachaduras nos cantos da boca, lábios avermelhados, dermatite seborréica da face, tronco e extremidades, anemia e neuropatias. Nos olhos, pode surgir a neoformação de vasos nas conjuntivas, além de catarata. As carências de vitamina B2 costumam acompanhar a falta de outras vitaminas. As doses diárias recomendadas são: 1,7 mg/dia para homens e 1,6 mg/dia para mulheres.

Vitamina B6 (Piridoxina) – É uma coenzima e interfere no metabolismo das proteínas, gorduras e triptofano. Atua na produção de hormônios, é estimulante das funções defensivas das células e participa no crescimento dos jovens. A necessidade diária de Piridoxina é diretamente proporcional à ingestão de proteínas na dieta. Por exemplo, quem ingere 100 g/dia de proteínas necessita receber 1,5 mg/dia de piridoxina. Mulheres grávidas, fumantes e alcoólatras têm necessidade de doses maiores da vitamina B6.

Vitamina B7 (Biotina) – em 1916, Bateman observou que ratos alimentados com clara de ovo como única fonte de proteína desenvolviam desordens neuromusculares, dermatite e perda de cabelos. Esta síndrome poderia ser prevenida caso se cozinhasse a clara ou se fosse acrescentado fígado ou levedura à dieta. Em 1936, Kögl e Tönis isolaram da gema do ovo uma substância que era essencial para o crescimento da levedura e a denominaram de biotina. Depois, verificou-se que esse fator e aquele que prevenia a intoxicação da clara de ovo cozida eram o mesmo. Doses diárias recomendadas: 100 a 200 microgramas;

Vitamina C – Uma manifestação observada nos cabelos que pode sugerir a carência de vitamina C é quando os pelos se tornam crespos nos locais onde antes eram lisos. A Dose diária recomendada é de 60 mg.

Minerais

Silício – Mineral encontrado no nosso corpo, principalmente na pele, ossos, cartilagens, tecidos nervoso e no couro cabeludo. A falta de silício pode levar ao desgaste e à queda do cabelo – além de enfraquecer outras áreas onde está mais concentrado, como unhas, pele, etc.

Zinco – O zinco está presente nas ostras, fígado, leite e farelo de trigo é um importante alimento que estimula a multiplicação das células, fortalecendo o couro cabeludo e a qualidade dos fios, ajudam a evitar e previnir a queda de cabelo.

Formulações

Uso externo

Minoxidil solução 5%

Massagear o local afetado com cerca de 1 mL da solução por duas vezes ao dia.

Minoxidil                           3%

Tintura de Alecrim          10%

Tintura de Capsicum        10%

Tintura de Quina             10%

Álcool etílico 70%           q.s.p.

Aplicar e massagear o couro cabeludo. Não enxaguar.

Minoxidil                                3%

Jaborandi                               5%

Alecrim                                   5%

Essência                             0,10%

Shampoo                              q.s.p.

Lavar os cabelos e massagear o couro cabeludo deixando a espuma por no mínimo dois minutos.

Piritionato de Zinco               2%

Óleo de melaleuca                3%

Alecrim                                3%

Capsicum                             3%

Shampoo                            q.s.p.

Lavar os cabelos e massagear o couro cabeludo deixando a espuma por no mínimo dois minutos.

Uso interno

Metionina                                                      350 mg

Cisteína cloridrato                                          150 mg

Indicação: Alopecia seborréica.

Ação: Eutrófica, inibe a proliferação lipídica.

Uso:  Tomar 4 a 6 cápsulas ao dia, ou a critério médico.

PILL – FOOD

Metionina D-L                             200 mg

Cisteína                                       80 mg

Cistina                                         25 mg

Colágeno Hidrolisado                    25 mg

Pantotenato de cálcio                    25 mg

Vitamina B2                                   1 mg

Vitamina B6                                 10 mg

Biotina                                         0,2 mg

Vitamina E                                      3 mg

Indicação: Alopecia seborréica, queda de cabelo.

Ação: Anti seborréica, eutrófica, nutriente.

Uso: Tomar 2 cápsulas 3 vezes ao dia durante 15 dias. A seguir 1 cápsula 3 vezes ao dia, ou a critério médico.

Reações adversas

Diarréia, náusea e flatulência em raros.

Precauções

O minoxidil tópico não deve ser usado se abrasões do couro cabeludo, infecções, queimaduras solares severas, úlceras abertas ou psoríase do couro cabeludo estiverem presentes. As soluções de continuidade da barreira cutânea podem aumentar sua absorção e o risco de efeitos colaterais sistêmicos. Não se recomenda utilizar o minoxidil juntamente com outros agentes tópicos, a menos que o paciente seja orientado especificamente a fazê-lo por seu médico. Não se deve usar secador de cabelos para acelerar a evaporação da solução, pois a eficácia do produto poderá ser menor.

Contra-indicações

Não se recomenda o uso de minoxidil em gestantes ou período de amamentação. O uso oral pode causar taquicardia, angina pectoris e acentuada retenção hídrica. Quando aplicado topicamente, quantidades quase indetectáveis de minoxidil alcançam a circulação sistêmica, e estes efeitos cardiovasculares não são vistos.

Fontes

Minoxidil – Informativo DEG

Minoxidil – Informativo Opção Fênix

BERGOLD, A. M. ; CAMARGO, L. N.; DIAS, M. C. S.; MACIEL, R. A. G.; NUNES, R. L.; RIBEIRO, M. H.; SARTORI, V. L. G.; PONZIO, H. A.  Ensaios com Minoxidil. Caderno de Farmácia, v. 5, n. 1/2, p. 25-37, 1989. Disponível em http://www.ufrgs.br/farmacia/cadfar. Acesso em 10/05/2011.

BRENNER, Fabiane Mulinari et al. Alopecia: manifestação cutânea rara de sarcoidose. An. Bras. Dermatol.,  Rio de Janeiro,  v. 83,  n. 5, Oct. 2008.   Disponível em <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0365-05962008000500007&lng=en&nrm=iso>. Acesso em 10/05/2011.

Linda Mary Gouget de Paiva, MD., Ricardo Frota Boggio, Ph.D., Juan Carlos Prado,

MD; Adolfo Ribeiro Carlucci, MD; Protocolo para tratamento da alopecia androgenética. Instituto Brasileiro de Pesquisa e Ensino-IBRAPE, São Paulo, Brasil. Disponível em http://www.ibrape.com.br/site/artigos/alopecia_androgenetica.pdf. Acesso em 10/05/2011.

RIVITTI, Evandro A.. Alopecia areata: revisão e atualização. An. Bras. Dermatol.,  Rio de Janeiro,  v. 80,  n. 1, Feb.  2005. Disponível em <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0365-05962005000100009&lng=en&nrm=iso>. Acesso em 10/05/2011.

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